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Notícias / Nacional

12/10/2013 14h27

Missa Solene no Santuário Nacional de Aparecida reuni milhares de fieis

‘Maria, a primeira e mais fiel discípula de Jesus’

Da Redacao/com A12.com

O Brasil celebra hoje (12) a sua Padroeira, Nossa Senhora Aparecida. O maior templo mariano do mundo ficou pequeno para acolher a fé de tantos devotos da Mãe Aparecida. Entre as comemorações em homenagem à Padroeira do Brasil, o ponto alto deste sábado foi a Missa Solene das 9h.

A celebração foi presidida pelo Cardeal Arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência da Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Raymundo Damasceno Assis. Celebraram o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFM, o bispo emérito de Barretos (SP), Dom Pedro Fré, o reitor do Santuário, Padre Domingos Sávio, diversos Missionários Redentoristas, sacerdotes da Arquidiocese de Aparecida e religiosos.

A celebração contou com a presença do Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, do prefeito de Aparecida, Marcio Siqueira, e de outras autoridades civis, militares e eclesiais.

A Imagem da Senhora Aparecida foi entronizada em um carro andor representando o projeto artístico da obra da Cúpula. Rica em detalhes que revelam a beleza da criação, a Imagem de Padroeira veio no centro da árvore da vida e, ao seu redor, pássaros da fauna brasileira.

Em sua homilia, Dom Damasceno recordou o encontro da Imagem da Virgem de Aparecida nas águas no Rio Paraíba do Sul.

“A devoção a Nossa Senhora Aparecida, uma das principais expressões da piedade do povo brasileiro, teve início em 1717, quando três pescadores, Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso, foram incumbidos de conseguir certa quantidade de peixes no rio Paraíba, por ocasião da passagem, por Guaratinguetá, do Conde de Assumar, em viagem para a tomada da posse como Governador de São Paulo e das Minas de ouro”.

Dom Damasceno citou as palavras do Papa Francisco em sua recente visita ao Santuário Nacional:

“Em Aparecida, Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe e Ela quis manifestar-se nessa região do Vale do Paraíba de maneira simples, sem fato espetacular, sem mensagem especial; solidária, porém, com aqueles pobres pescadores e na sua cor negra, identificada com os escravos da época e os excluídos de hoje. Ela quis escolher essa terra para derramar as bênçãos de Deus sobre o Brasil e o povo devoto que aqui vem para venerar a milagrosa imagem e para proclamar seus louvores e graças”.

Referindo-se ao encontro da imagem da Virgem da Conceição pelos três pescadores no rio Paraíba, o Cardeal lembrou que o Pontífice chamou-nos a atenção para três posturas que devemos cultivar na nossa vida: ‘Conservar a esperança, Deixar-se surpreender por Deus e Viver na alegria’.

Refletindo sobre a mensagem do Papa, Dom Damasceno afirmou que mesmo diante das dificuldades na vida de cada um Deus nunca deixa que sejamos submergidos.

“Tenham sempre no coração esta certeza! Deus caminha a seu lado, nunca lhes deixa desamparados! Nunca percamos a esperança! Nunca deixemos que ela se apague nos nossos corações!”

Sobre ‘deixar-se surpreender por Deus’, Dom Damasceno citou a história do Santuário Nacional como exemplo.

“Três pescadores, depois de um dia sem conseguir apanhar peixes, nas águas do rio Paraíba, encontram algo inesperado: uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. Quem poderia imaginar que o lugar de uma pesca infrutífera tornar-se-ia o lugar onde todos os brasileiros podem se sentir filhos de uma mesma Mãe?”.

“Temos uma Mãe que sempre intercede pela vida dos seus filhos, por nós, como a rainha Ester na primeira leitura (cf Es 5,3). Jesus nos mostrou que a face de Deus é a de um Pai que nos ama”, destacou Dom Damasceno sobre a terceira postura ‘Viver na alegria’.

Com a Mãe Aparecida seguimos Jesus, nossa luz! – Fazendo referência ao tema geral da Novena e Festa da Padroeira deste ano, o Cardeal afirmou que Maria é a Mãe, mas também a primeira e mais fiel discípula de seu Filho Jesus.

“Como missionária e discípula, ela nos mostra e nos conduz a Jesus, nossa luz, e nos pede, como aos serventes nas bodas de Caná: ‘Façam tudo o que Ele vos disser’”, concluiu.
 

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