Arquidiocese de Maceió | Igreja Missionária e Samaritana

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Notícias / Entrevistas

02/12/2011 07h14

Pe. Valmir Galdino fala sobre a Acolhida da Cruz Peregrina e do Ícone de Nossa Senhora conhecidos como símbolos da Jornada Mundial da Juventude

Evento chamado Bote Fé acontece nos dias 11 e 12 de Janeiro em nossa Arquidiocese

Rodrigo Rios
Pe. Valmir Galdino organiza a recepção da Cruz peregrina da Jornada Mundial da Juventude

Quem é:

Nome: Pe. Valmir Galdino
Formação acadêmica: Letras, Filosofia e Teologia
Atividades: Administrador Paroquial de São Sebastião, em Messias (AL), responsável pela Catequese na Área do Vale do Mundaú e também pelo Setor Juventude da Arquidiocese

A Arquidiocese de Maceió recebe nos dias 11 e 12 de janeiro de 2012 a Cruz peregrina da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e o Ícone de Nossa Senhora. O Portal entrevistou Pe. Valmir Galdino que junto ao Setor Juventude organizam o evento de acolhida dos símbolos como uma forma de animar a Arquidiocese para a participação efetiva do Encontro mundial que acontecerá em 2013 na capital do Rio de Janeiro.

Padre, quais as atividades do Setor Juventude em nossa Arquidiocese?
Acompanhar por meio de encontros, formações e retiros espirituais os mais diversos segmentos de jovens. Para isto são feitas, mensalmente, reuniões, onde avaliamos a caminhada de cada movimento jovem. Refletimos os passos e a forma de cada um caminhar e também as dificuldades. Há atividades nas obras sociais da Igreja como também participação nas ações e iniciativas propostas pela Arquidiocese.

Como o senhor analisa a realidade dos jovens católicos em nosso Estado?
A realidade dos jovens católicos em nosso Estado de Alagoas é marcada por vários fatores comuns à sociedade como um todo. Faltam a eles, por parte do poder público, políticas de educação, saúde, lazer, emprego, políticas voltadas, mesmo, para a juventude. Outros desafios são a violência crescente e o tráfico de drogas. Todavia, há nesses jovens, um vigor, vindo do céu, em testemunhar e anunciar Jesus. Eles não medem, sob nenhuma hipótese, esforços nas atividades que desenvolvem nos seus movimentos. Uma prova disso foi o nosso Dia Nacional da Juventude (DNJ). Atividade própria da PJ, mas abraçada literalmente por todo o Setor Juventude, ou seja, por todos os movimentos, sem exceções.

Como será a acolhida da Cruz e do Ícone de nossa Senhora, símbolos da Jornada Mundial da Juventude?
Todo o setor juventude está bem emprenhado nesse evento denominado Bote Fé. Acolher a Cruz da JMJ e do Ícone de Nossa Senhora significa tomar parte neste grande evento que marcará a história da Igreja do Brasil, a história da juventude católica. A programação da acolhida de tais símbolos será marcada por carretas, celebrações eucarísticas, momentos fortes de oração, vigílias e show católicos com cantores de Maceió e, se possível, nacionais. Com certeza, a nossa Arquidiocese recordará por longos anos a passagem de tais símbolos da JMJ.

Qual a importância da realização de um evento como a JMJ no Brasil?
Recordemos, aqui, que quando o Papa João Paulo II, inspirado por Deus, idealizou esta jornada, ele tinha como meta levar Jesus à juventude, ovelha cansada e abatida pelos muitos males do mundo. Pois entendia, o então Papa, que somente Jesus dá vida à vida dos jovens. Dizia ele: “O principal objetivo das Jornadas é fazer a pessoa de Jesus o centro da fé e da vida de cada jovem para que Ele possa ser seu ponto de referência constante e também a inspiração para cada iniciativa e compromisso para a educação das novas gerações.” Por isso, multidões, de jovens, marcam presença nas JMJ´s. Pois tem sede de Deus, são carentes daquilo que é mais precioso à vida humana, ter Deus. Pensar na JMJ no Brasil, denota pensar um despertar da nossa pobre juventude, ameaçadas de diversos modos e formas, por ideologias, “filosofias” e modismos vazios e sem sentido nenhum para a vida. Cremos que a JMJ vai sacudir no Espírito, de verdade, a juventude brasileira. Será, de fato, um tempo de graça, de bênçãos.

Haverá mobilização de caravanas da nossa Arquidiocese para o Rio de Janeiro?
Com certeza. Ainda não refletimos muitos sobre tais iniciativas devido aos preparativos da acolhida da Cruz, mas já começamos a apontar possibilidades para marcar presença no Rio de Janeiro. Não queremos ser alguns na JMJ, mas um número bem singular, bem representativo.

Quais os próximos trabalhos a serem desenvolvidos pelo Setor Juventude em nossa Arquidiocese?
Participação mais efetiva nas obras sociais da Arquidiocese. A formação permanente para lideranças jovens. Encontros e retiros de espiritualidade. E, sem sombra de dúvidas, as pré-jornadas da juventude ou jornadas diocesanas, sugestão da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude (CNBB) que, de fato, será acolhida por nós.

Como está sendo a reunião do senhor em São Paulo sobre a juventude junto à CNBB?
A Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da CNBB, está promovendo o “2º Encontro Nacional de Responsáveis Diocesanos e de Assessores da Juventude”. O evento está acontecendo desde o dia 1º e vai até 4 de dezembro, em Vargem Grande Paulista (SP). Este 2º Encontro visa estudar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE), aprofundar o Documento 85 da CNBB “Evangelização da juventude - Desafios e perspectivas pastorais”, partilhar as realidades de evangelização das juventudes, explanar sobre os encaminhamentos da Jornada Mundial da Juventude 2013 e do projeto “Bote Fé”.

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