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03/11/2017 15h27

Arcebispo preside missas da Comemoração dos fiéis defuntos na Mangabeiras e no Prado

Na Mangabeiras, a celebração aconteceu no Santuário Arquidiocesano da Virgem dos Pobres e no Prado, no Cemitério São José

Carlos Roberto / Pascom Arquidiocese de Maceió
Fotos: Carlos Roberto / Pascom Maceió

O arcebispo metropolitano de Maceió iniciou a programação dos fiéis defuntos celebrando no início da manhã no Santuário Arquidiocesano da Virgem dos Pobres, no bairro Mangabeiras, e às 09h no Cemitério São José, no Trapiche.

No Santuário Arquidiocesano, que foi preparado para receber os fiéis que rezavam pelos entes queridos, foi montada a Capela Nossa Senhora do Carmo (ou Capela das Almas), para lembrar e rezar pelas almas do purgatório, onde o fiel acendia as velas para seus entes queridos.

Durante a homilia, dom Antônio Muniz Fernandes frisou três pontos: “O primeiro é que a Igreja nos convida em um local bem alto a luz de Cristo, para dizer que quem orienta a vida de todos é Cristo e nós caminhamos na direção desta luz, por isto que se a gente olhar para aquele altar vamos perceber um pouco aquelas luzes que estão ali, e eu fiz questão que fosse lá porque brilha a nossa luz diante dos olhos, para que vendo as vossas boas obras glorifiquem o pai que está no céu. O segundo ponto é acender a vela e rezar pelos nossos entes queridos.”

“O terceiro e último ponto é trazer flores para ser depositado no altar da Santa Missa ou no que está localizado na Capela das Almas, que significa um gesto muito sensível, quem sabe da nossa vida, da nossa caminhada, mas somos tão ingratos que nós nunca demos ou abraçamos como forma de carinho os nossos pais, nunca demos um beijo para eles, nunca fizemos um gesto tão bonito... a gente gosta tanto deles mas acaba esquecendo de fazer esse gesto”, concluiu o arcebispo na homilia.

Já no Cemitério São José, dom Antônio repetiu seus pedidos para que os fiéis rezem pelos falecidos e também falou sobre o abandono dos Cemitérios públicos. “Vamos rezar pelos falecidos que estão sepultados aqui, no São José, ou em outros Cemitérios da Capital, como o Divina Pastora, no Rio Novo, esquecidos pelos governantes do estado, também são sepultados como indigentes ou até mesmo esquecido pelas famílias e estão sem identificação”, comentou o metropolita.
 

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