Arquidiocese de Maceió | Igreja Missionária e Samaritana

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Pe. Valmir Galdino - Espiritualidade

São Sebastião: um exemplo para nossa juventude Postado em 27 de Janeiro de 2011 às 12:05
Quanta bravura marca o coração daquele jovem soldado e destemido cristão. A fé em Nosso Senhor Jesus Cristo faz com que Sebastião literalmente entregue sua vida por uma causa justa, nobre e honrada: ser fiel ao Senhor.

 

Neste mês de janeiro a Igreja, na sua sagrada liturgia, exalta a figura de um jovem que foi martirizado, derramou seu sangue, sua vida, por causa da fé em nosso Senhor Jesus Cristo: São Sebastião.

São Sebastião nasceu na França, no final do século III, e desde muito cedo seus pais se mudaram para Milão, onde ele cresceu e foi educado. Seguindo o exemplo materno, desde criança São Sebastião sempre se mostrou forte e piedoso na fé em Cristo, um valente guerreiro.

Atingindo a idade adulta, alistou-se como militar, nas legiões do Imperador Diocleciano, que até então ignorava o fato de Sebastião ser um cristão de coração. A figura imponente, a prudência e a bravura do jovem militar, tanto agradaram ao Imperador, que este o nomeou comandante de sua guarda pessoal. Nessa destacada posição, Sebastião se tornou o grande benfeitor dos cristãos encarcerados em Roma naquele tempo.

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Então é Natal Postado em 10 de Janeiro de 2011 às 13:17

É Natal: “Eis que já veio a plenitude dos tempos, em que Deus mandou à terra o seu Filho” (Gl 4,4). Pois isso a nossa alegria é imensa, é enorme, é grande. Deus mesmo veio nos visitar, fazer morada entre nós. Somos felizes porque somos caminheiros neste mundo de dificuldades, mas o somos com Ele, Jesus.

É Natal: “Bendito o Senhor, Deus de Israel, que visitou e resgatou seu povo!” (Lc 1,68). Em Jesus, fomos visitados por Deus. Em Jesus, fomos literalmente regastados pelo Senhor. Em Jesus, sim, em Jesus, passamos das trevas para a luz. A luz, a mesma luz que brilhou no natal continua a brilhar intensamente para nós. Pois a luz é forte, cheia de poder. A luz é Ele, Jesus.

É Natal: “Alegemo-nos todos no Senhor: hoje nasceu o Salvador o mundo, desceu do céu a verdadeira paz!” De fato, Jesus é a nossa paz. Paz verdadeira e autêntica. Paz conquistada não pela força das armas. Paz adquirida não pela opressão do menor, do mais fraco. Paz enviada por Deus, o Pai, que tanta nos ama e somente deseja a nossa felicidade, a nossa Paz, Jesus.

É Natal: “Um menino nasceu para nós: um filho nos foi dado! O poder repousa nos seus ombros. Ele será chamado 'Mensageiro do Conselho de Deus'” (Is 9,6). Na fragilidade de um menino nascido em Belém, em meio a extrema pobreza, veio ao mundo Aquele que é capaz de dar sentido à vida humana. Aquele que faz reerguer o caído e o fragilizado: Jesus.

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Natal e papai Noel Postado em 14 de Dezembro de 2010 às 15:37

Eis que estamos no tempo santo do advento. Aguardamos na fé e com fé a vinda do Filho de Deus. A entrada de Deus na nossa história. Vamos celebrar Deus que se fez menino, que se fez pequeno, frágil, indefeso e veio habitar entre nós.

Na noite bendita e santa do Natal celebraremos a generosidade de Deus, Jesus. Ele veio sentir conosco as nossa dores e fragilidades, veio ser humano, igualar-se a nós. As provas disso vemos na pobreza, tamanha pobreza de Belém. As provas disso vemos na simplicidade de sua chegada.

“Não me abanoneis jamais, Senhor, meu Deus, não fiqueis longe de mim! Depressa, vinde em meu auxílio, ó Senhor, minha salvação! (Sl 37,22-23). Sim, em Jesus, o Pai responde ao clamor de seu povo. Em Jesus, Deus se faz consolo, alívio, resposta. Em Jesus, Deus mesmo veio habitar entre nós.

“Vinde, todos da casa de Jacó, e deixemo-nos guiar pela luz do Senhor” (Is 2,5). Sim, em Jesus, Deus quis nos reunir e nos reuniu. Fomos, em Jesus, cobertos verdadeiramente pela luz do Senhor. Luz que não se finda, que não se enfraquece, luz eterna. Luz que ilumina todos os povos, raças e nações. Luz que ilumina fortes, fracos e abatidos.

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É Quase Natal Postado em 14 de Dezembro de 2010 às 15:26

Nestes dias do advento, tempo de esperança cristã, somos orientados pela palavra de Deus a aguardar na fé o Senhor que virá. Esta promessa repete-se, inúmeras vezes, na liturgia da Igreja: “O Senhor vai chegar, não tardará; há de iluminar o que as trevas ocultam e se manifestará a todos os povos” (Hab 2,3; 1Cor 4,5).

Em todas as missas, nas quatro semanas do advento, estamos ouvindo paulatinamente a grandiosa promessa de Deus. Promessa feita aos fracos e abatidos, aos pobres e desiludidos, aos mancos e coxos que estão pelo caminho. Promessa insistente que procura apenas a felicidade do homem. Pois o Senhor nos promete um grande Dom que nos faz voltar à alegria e nos cencede a única paz.

Sim, esperamos Aquele que, com sua luz, renovará as nossas forças, nos dará novo vigor, encherá o nosso pobre e tímido coração de santa, de santa alegria: “Alegrai-vos sempre no Senhor. De novo eu vos digo: alegrai-vos! O Senhor está perto” (Fl 4,4-5). Esta certeza deve invadir a nossa vida, enchendo-nos de motivações, de expectativas, de vigor: “Criai ânimo, não tenhais medo! Vede, é vosso Deus” (Is 35,4).

No tempo santo do advento, somos convidados e convocados a esperar o Senhor que virá na noite santa do Natal. Mas não é uma vinda qualquer, fria, anêmica. É a vinda do Senhor, do nosso Deus. E isto é, para nós, cristãos, motivo de muito contentamento, satisfação: “Céus, deixai cair o orvalho, nuvens, chovei o justo; abra-se a terra, e brote o Salvador!” (Is 45,8).

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Tempos de Cruz Postado em 25 de Novembro de 2010 às 20:46

A cruz acompanha a vida cristã e isto é uma precisa verdade. Ela se manifesta corriqueiramente na vida das pessoas, das organizações, das nações e por aí vai.

O difícel de toda essa situação é compreender que não podemos caminhar sem cruz. Jesus, modelo de toda santidade, carregou a sua cruz, pesada, sofrida e dolorosa cruz. Sem resmungar chegou ao Calvário, lugar que seria a manifestação da suprema e divina tragédia.

Daí compreendermos que seus discípulos, nós, não estão isentos da cruz, ou seja, não estão livres das muitas noites escuras que perpassam a vida do homem, do homem que busca a Deus e trilha os caminhos do céu.
Assim, notamos que é impossível não perceber que as quedas, o desemprego, a fome, as tantas doenças são cruzes para nós. As crises econômicas e financeiras que assolam muitos países são penosas e cruentas cruzes. Que também as lágrimas consequentes de terremotos, furacões e vulcões manifestam e caracterizam sinais de cruz.
Todavia, devemos recordar com Sta. Faustina, a discípula da misericórdia: “Ó Jesus, o abismo da Vossa misericórdia derramou-se na minha alma, que é apenas o abismo da miséria. Agradeço-Vos, Jesus, pelas graças e pelos pedacinhos da Cruz que me dais a cada momento da vida”. A jovem religiosa polonesa entendeu bem que a cruz marca decisivamente o caminhar, cristão, é claro.

Somos sim, como diz São Paulo, cidadãos do céu, mas antes do céu somos marcados pela cruz para chegarmos à eternidade de Deus que nos aguarda. A cruz nos alicerça para as coisas últimas, para a morada eterna, a cidade de Deus.

A cruz marca do mesmo modo a vida da Igreja de Cristo, seus ministros e todos que estão a ela ligados. Entendamos que a cruz é fragilidade, fraqueza, miséria, infidelidade, tentações. Por isso, ninguém nem nenhuma instituição está privado ou isentado de fragilidade, fraqueza, miséria, infidelidade e tentações.

Resta-nos, enfim, vencer as dificuldades-cruzes (fragilidade, fraqueza, miséria, infidelidade, tentações), não permanecer nem tampouco ficar nelas. Isto significar dizer que não devemos ficar afixados na cruz. Jesus não ficou na cruz, venceu e superou a cruz. Esse deverá ser também o nosso percurso, o nosso caminho.

Portanto, em tempos de Cruz, a nossa atitude deverá ser terminantemente orante, de fidelidade. Fidelidade a Jesus Cristo, nosso redentor, Aquele que venceu, venceu mesmo a Cruz.

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Viver de Esperança Postado em 25 de Novembro de 2010 às 20:43

Somos, nós cristãos, homens e mulheres de esperança. Esperamos em Deus, em sua bondade e misericórdia. Esperamos n'Aquele que pode tudo, que tudo realiza para o nosso bem, a nosso favor. “E a esperança não desaponta, porquanto o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5,5).

Que bom esperar, aguardar o Senhor que constantemente vem ao nosso encontro. Pois, na caminhada na vida, não nos encontramos sozinhos, Jesus, salvador e redentor, caminha conosco, está juntinho a nós. E isto é ter esperança.

Que pena! Que pena, mesmo, saber que há no mundo tanta gente que perdeu o rumo e o prumo. Gente que perdeu o sentido da vida, que perdeu a esperança. Que perdeu o sabor da vida. Gente que perdeu a graça de viver porque não esperam, não creem mais.

É lamentável encontrar pessoas sem sabor, sem graça, sem sentido. Pessoas angustiadas, terrivelmente sofridas, marcadas pelas dor. E, devido a isso, sem esperança. É lamentável mesmo perceber crianças, jovens, tão jovens, sem perspectivas, sem planos e sonhos, sem projetos, ou seja, sem esperança.

O salmista no ensina: “No Senhor ponho a minha esperança, espero em sua palavra. A minha alma espera no Senhor mais que o vigia pela aurora” (Sl 130). Sim, esperar significa por todas as nossas forças e expectativas em Deus. Mesmo envolto em trevas, mesmo mergulhados na escuridão, mesmo cheios, repletos de problemas, mesmo envolvidos em situações amargas, devemos esperar, aguardar em Deus. Somente Ele pode mudar o rumo da nossa vida. Somente Ele dá sentido ao nosso caminhar.
Esperar contra toda desesperança sigifica crer piamente que Deus não falha, não atrasa e nem nos abandona. Esperar contra toda desesperança é crer mesmo quando tudo parece impossível de acontecer. Imaginemos uma pessoa com câncer, sofrendo, beirando a morte. Vemos, naquele rosto sofrido, aniquilado pela dor, sinais de esperança, de confiança em Deus. “E todo o que nele tem esta esperança, purifica-se a si mesmo, assim como ele é puro” (1Jo 3,3). Coisa linda. Isso também é fé.

Fé e esperança, virtudes teologais, virtudes que germinam do coração de Deus, caminham juntas. A fé em Deus me faz esperar. A fé em Deus me faz esperar por tempos melhores, situações favoráveis. E mesmo que elas, as situações favoráveis não venham, me faz suportar tudo com paciência.
Fé não é e nem nunca poderá ser confundida com otimismo, energia positiva. Fé é fé em Deus. Fé é esperar em Deus, só n'Ele. O Ato de esperar nos educa, nos catequisa, nos faz firmes, enfim, nos santifica: “Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti” (Sl 39,8).
Portanto, esperemos em Deus. Ele é a única certeza de nossa vida. Ele, só Ele, é a nossa esperança. “Que o Deus da esperança vos cumule de toda alegria e paz em vossa fé. A fim de que pela ação do Espírito Santo a vossa esperança transborde” (Rm 15,13).

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Um jeito todo diferente de se preparar para o Natal Postado em 19 de Novembro de 2010 às 10:06
A preparação que nós fazemos será a do coração, da vida. A arrumação que nós faremos será das atitudes.

 

Eis que se aproxima o tempo Santo do Natal. Quanta alegria para nós celebrar a encanarnação do Filho de Deus, a manifestação da bondade, da generosidade de Deus para com uma humanidade enfraquecida, escarnecida pelo pecado.

Aproxima-se para nós a manifestação da LUZ que brilha sob todo ser humano, o sol da justiça que traz para nós, todos nós, a salvação. Aproxima-se para nós o tempo da graça, Deus veio, Ele mesmo, nos visitar, nos trazer esperança, novo vigor.

Para isto, para celebrarmos bem o tempo Santo do Natal, a Igreja, em sua sagrada liturgia, nos oferece um outro tempo, um tempo que nos prepara para o Natal do Senhor chamado Advento (do latim adventus: “chegada”, do verbo Advenire: “chegar a”). Realmente, no tempo Santo do Advento nos preparamos aguardando a feliz chegada do Senhor que vem.

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Enfeites de Natal Postado em 19 de Novembro de 2010 às 10:00
As propagandas consumistas estão aí, a todo vapor, disvirtuando o sentido do nascimento de Cristo, coagindo-nos ao comprar, sempre comprar, a trocar, trocar mesmo.

 

Nos últimos dias temos sidos bombardeados por inúmeros comercias, em especial de televisão, nos convidandos às compras. Umas compras um tanto complexas e sem sentido: os efeites de natal.

Sim, a todo instante somos instigados a consumir, comprar, gastar. Tudo isto fruto de uma sociedade mesquinha e egoísta, que pauta sua existência por um consumismo desenfreado, louco e sem critérios. Que encontra “satisfação” pelo prazer de consumir coisas e até pessoas.

Quanta pobreza espiritual. Quanta miséria moral achar que comprar faz bem à alma, à saúde, que resolve os problemas e dilemas da vida. Quanta ignorância acumulada achar que o natal somente o será se comprarmos muito, se comprarmos tudo, simplesmente se comprarmos.

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Mar de Violência Postado em 19 de Novembro de 2010 às 09:50
Vivemos mergulhados em um mar, verdadeiro caos de violência sem proporções nem limites.

 

Todos os dias, chegam até nós notícias não muito agradáveis. Todos os dias somos massacrados com informações sobre a violência que campeia em nossas casas, comunidades, enfim, em nossas cidades. Todos os dias, porque não dizer, somos vítimas das tantas violências.

Jornais impressos vendem em demasia notícias de violência de cortar mesmo o coração e a alma. Programas televisivos elevam seus índices, altos índices de violência noticiando apenas o mal, atrocidades, truculências e mortes. Sites e blogs, por meio de vídeos, estampam descaradamente uma violência sem limites.

Vivemos em tempos difícieis, pois a ausência de paz tem encontrado significativos espaços em nossa sociedade. As drogas avançam como verdadeiros tratores sobre a nossa pobre e indefesa juventude. São, desse modo, altíssimos os números de jovens mortos, muitos jovens, tragados pela maldita e infeliz violência.

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Inimigos do Evangelho Postado em 04 de Novembro de 2010 às 18:52

Nos últimos tempos eclodiram muitas denominações religiosas. Somos quotidianamente bombardeados por propostas atraentes, e por que não dizer ultramiraculosas, que nos vem através, por intermédio dos meios de comunicação. Eles ocupam um singular ambiente para a divulgação e propagação da “fé”.

São anunciadas curas extraordinárias que nem mesmo Jesus, o do evangelho, realizou. Curas espantosas e sensacionais, para não dizer sensacionalistas. São verdeiros “shows da fé”. Espetáculos em nome de um evangelho chocho, sem graça, sem vida nem referencial. Um evangelho mascarado, anestesiado e troncho, algo torto, mal-acabado, mal-feito, tosco.

Impressiona-nos o “profissionalismo” dos ditos pastores. Homens de pouca cultura adestrados para enganar, para falar de um Jesus imaginário, fazedor de milagres, um milagreiro cínico e barato. Mas que cobra caro para a concretização de tais milagres. Cobra a carteira inteira, com cédulas e até mesmo poucas moedas.

Em que tempo estamos mergulhados, pois quando observamos as pregações vemos que são vazias de conteúdo, são apenas repetições mal elaboradas de versículos. São pregações que nunca conduzem à prática de uma corresponsabilidade fraternidade, de uma vivência do amor, aquele pregado por Jesus, o Filho de Deus, o da Cruz.

Elas, as pregações, conduzem a todo momento ao que costumamos chamar de teologia da prosperidade, não ao seguimento de Jesus, caminho, verdade e vida. As ditas “pregações” anunciam “milagres” que significam muitos bens: casas, ou melhor, mansões, carros de luxo, muito, mais muito dinheiro no banco, nos cofres. Uma infinidades de coisas, ou seja, bens materias que sofrerão a ferrugem e a traça.

Por conseguinte, nossas avenidas perderam a beleza de edifícios magnânimos, verdadeiras obras de arte. Cederam, que pena, seus espaços para longas fachadas que estampam bem claro o nome e, sobretudo, o rosto dos fundadores (apóstolos, bispos, pastores) das instituições ditas evangelhélicas. São homens trajando ternos e gravatas, mulheres bem vestidas que enfeiam a paisagem das ruas e avenidas das cidades. Tais apóstolos, bispos e pastores, por meio de fotos, imagens bem elaboradas são os sicerones da “fé”, os obreiros do senhor, tutores e fazedores de milagres.

É lamentável, profundamente lamentável perceber que o Evangelho, boa notícia de salvação de Jesus para nós, transformou-se em meio de vida. Virou motivo de escândalo no sentido bem pejorativo mesmo da palavra. É lastimável notar que muitos são atraídos para a ísca, para o engano dos que se intitulam pastores de Jesus.

Quanta farsa, quanto engano. Até quando teremos que conviver com estes lôbos vestidos de ovelhas. Enganadores do povo sofrido, marcado pela dor, pelas adversidades da vida. Que venha, venha mesmo, o Senhor em nosso socorro. Que o Evangelho do nosso Senhor e Salvador penetre as nossas vidas e almas, para não cairmos nas armadilhas dos filhos das trevas e nunca da luz.

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A cruz nossa de cada dia Postado em 04 de Novembro de 2010 às 18:49

O cristianismo é marcado pela cruz. Nimguém queira seguir a Jesus sem carregar a sua própria cruz, pois não dá certo, emperramos, nos atrapalhamos, e, como dizem os nordestinos, não vingamos, não rendemos.

A cruz nossa de cada dia tem muitos significados, muitos sinônimos: a incompreensão, a falta de dinheiro, a falta de perdão e misericórdia com os outros, o egoísmo que nos cega e nos torna incapazes de amar e, por consequência, partilhar os dons e talentos nossos.

A cruz para uma esposa por ser um marido alcóolatra ou adúltero que tanto dano causa à família. Ou para uma mãe, um filho mergulhado, escravo mesmo da droga. A cuz para um pai de família poderá ser o desemprego, que acarretará na falta de pão à mesa para alimentar os seus filhos.
A cruz para um enfermo poderá e de fato é a triste enfermidade, que causa dor, impaciência, sofrimento e desolação. A cruz para um povo é a ausência de emprego, saúde, educação, moradia e tantos outros direitos garantidos pela constituição.

A cruz para uma nação poderá ser um terremoto que destroi vidas, que desalicerça a história causando destruição, terror e medo. A cruz para muitos poderá ser os incontáveis avanços tecnológicos que desrespeitam, manipulam e ferem à vida, dom de Deus.

Todavia, devemos trazer sempre bem presente que nós cristãos não carregamos a cruz sozinhos, desamparados. É Ele, Cristo Jesus, que nos ajuda. É Ele que está ao nosso lado, conosco, sem vacilar nem desanimar. Jesus é o nosso cirineu, o nosso sustento e proteção. Caminhar, ou melhor, caminhar carregando a cruz com Ele tem outro sentido, outra conotação, outro sabor.

Mas que sabor é este? Mas que sentido é este? O sentido e o sabor são de esperança, de ressurreição. Pois Deus, na sua infinita, infinitíssima misericórida não nos abandona, mas, como bem descrevem os evangelhos, tem compaixão, sofre conosco, sente as dores nossas.
Que bom, que felicidade saber que na caminhada da vida não estamos solitários nem abandonados. Deus, só Ele, nunca nos abandona, nunca, e nunca mesmo, esquece de nós. Somos, de verdade, preciosos aos seus olhos, somos a obra perfeita de suas mãos.

Assim, devemos tomar sempre consciência que a cruz, pobre e triste cruz, faz parte de nossa existência, marca a nossa realidade. Marca também a vida do outro, a miséria nossa e do outro. Por isso, quem não tiver pecado, quem não tiver cruz, que atire a pirmeira pedra, que lance ferozmente a senteça e estabeleça a pena.

Em nosso itinerário somos, infelizmente, marcados pela queda, a cruz. Porém, o grande mérito não é permanecer na cruz. Jesus não ficou na cruz, mas ressuscitou. O grande mérito é vencer e superar a cruz. É cantar o aleluia da vitória de Cristo Jesus, da vitória nossa também sobre a Cruz.

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Um Coração essencialmente missionário Postado em 12 de Outubro de 2010 às 09:35
Fazer missão não é fazer turismo, não é fazer um dia de lazer, um dia descontraído e atraente. É, na verdade, levar a boa Notícia de salvação que já converteu e converte a muitos em todos os tempo.

 

Assim é a Igreja. Ela possui, sim, um coração e um espírito todo missionário, um coração desejoso de anunciar a Boa Nova de Jesus, de contribuir para a concretização, consumação de seu Reino: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações” (Mt 28,19), isto é, fazei missão.

Tal palavra origina-se de um verbo latim, “mittere”, que significa “mandar, enviar”. No Antigo Testamento, tal verbo refere-se a uma ordem recebida de Deus, para levar sua mensagem a uma pessoa ou a uma nação.

Por sua vez, no Novo Testamento, designa a incumbência que Deus delegou a Cristo, que, por sua vez, incumbiu aos seus apóstolos. Gramaticalmente, significa “ação de mandar, comissão, encargo, incumbência, ordem divina conferida num propósito espiritual”.

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Uma juventude sob riscos Postado em 12 de Outubro de 2010 às 09:18
A juventude faz parte da vida, de uma fase bonita da vida. Por isso não deve ser encarada como a fase da libertinagem. É um momento bonito, sadio, também de descobertas, de buscas, de questionamentos, de respostas.

 

Ser jovem é curtir a vida com tudo que ela contém, mas com responsabilidade. Ser jovem é buscar, constantemente, o caminho da felicidade. Ser jovem é ter sonhos, é ter projetos e perspectivas. Ser jovem é efetivar realizações novas e notáveis. Ser jovem é tudo isso e muito mais.

Todavia, cabe aqui questionar: e quando não se é jovem mesmo possuindo a idade de jovem? E quando não se é jovem mesmo que fisiologicamente apresentem-se as características? E quando não se é jovem mesmo quando todos dizem que o somos?

A juventude faz parte da vida, de uma fase bonita da vida. Por isso não deve ser encarada como a fase da libertinagem. É um momento bonito, sadio, também de descobertas, de buscas, de questionamentos, de respostas.

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Prestes às eleições Postado em 02 de Outubro de 2010 às 09:52
Nós, também, os cristãos, com nosso voto, somos responsáveis em eleger homens e mulheres sérios, comprometidos, antes de tudo, com Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

O povo brasileiro está envolvidoem um momento muito delicado para a nação. Eis que se aproximam as eleições, onde cidadãos vão escolher seus representates nas esferas executivas e legislativas.Trata-se, do ponto de vista cristão, de uma questão séria e comprometedora.

Votar significa denotar confiança em um partido, mas mais particularmente em uma pessoa. Votamos naquele que, do nosso ponto de vista, possui marcas, referências que o qualificam para determinado cargo público ou político.

Votar, antes mesmo de ser um gesto cidadão, é um ato cristão. Pois, por diversas vezes, na Sagrada Escritura, somos indagados a orar por nossos dirigentes, por aqueles que representam nossos ideais:“...recomendo que se façam preces e orações, súplicas e ações de graças, por todos os homens; pelos que governam e por todos que ocupam altos cargos...” (1 Tm 2,1-2). Oramos para que eles, nossos dirigestes, exerçam suas funções em favor do povo, dos cidadãos, proporcionando, de verdade, o bem e a felicidade comuns.

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Um mundo pagão Postado em 02 de Outubro de 2010 às 09:38
Nos tempos pós-modernos, são pagãos aqueles que se colocam, sem sombra de dúvida, sim, contra a verdade promulgada pelo Messias Salvador.

 

Pagão para o povo judeu era aquele que não professava a fé no Deus de Israel. Nos primórdios na nosa fé cristã, era considerado pagão todo aquele que não aderia ao seguimento de Jesus. Aqueles que seguiam as muitas seitas e ideologias de seu tempo.

Já nos tempos de hoje, quem nós poderíamos denominar pagão? Os que não são batizados na fé em Jesus Cristo? Os que ignoram e rejeitam Deus? Os que vivem uma vida alheia ao evangelho?

Nos tempos pós-modernos, são pagãos aqueles que se colocam, sem sombra de dúvida, sim, contra a verdade promulgada pelo Messias Salvador. São todos aqueles que denigrem radicalmente a imagem de Deus e acham que Ele, Deus mesmo, é coisa do passado, algo que já perdeu a sua graça, seu sabor e seu sentido.

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Ficar, por que não? Postado em 24 de Agosto de 2010 às 22:56
Deste modo, ficar é usar a outra pessoa como uma coisa qualquer, sem consideração e estima. Ficar é caminhar na escuridão nas trevas do pecado, e "quem caminha nas trevas não sabe para onde vai!" (Jo 12,35), está sem rumo e direção.

 

A palavra ficar significa permanecer, estacionar, parar em algum lugar, estar situado. Contudo, ficar é observado no dicionário como gíria popular e indica trocar beijos e carícias sem compromisso.

Enquanto no namoro começa-se a conhecer um a outro, passo a passo, seus gostos e qualidades, defeitos e fragilidades; e no noivado aprofundam-se todas estas realidades, tendo sempre em vista o matrimônio, no ficar é bem diferente.

Há, na verdade, uma relação de descompromisso, deslealdade e irresponsabilidade. O outro passa a ser somente um, ou melhor, mais um objeto de puro prazer e saciamento das paixões pessoais e momentâneas. E, portanto, não se estabelece nem se cria nenhum laço de afetividade, comprometimento sério e responsável.

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Vós sois a luz do mundo Postado em 24 de Agosto de 2010 às 16:14
É de Jesus a famosa expresão: “Vois sois a luz do mundo” (Mt 5,14). Mas o que vem a significar para nós, cristãos, palavras tão sábias e questionadoras?

 

Vós sois a luz do mundo


 


 

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Uma Vida Só Para Ele Postado em 24 de Agosto de 2010 às 16:12
O seguimento de Jesus implica sobremaneira uma adesão total, mas total mesmo a Ele.

 

Uma vida só para Ele


 

 

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Um mês da Palavra Postado em 24 de Agosto de 2010 às 16:02
Que honra, que grande honra para nós cristãos termos a Bíblia em casa. Que alegria podermos folheá-la todos os dias, prescrutando assim a vontade de Deus.

 

Um mês da Palavra


 

Como de costume, a Igreja dedica, consagra o mês de setembro à Bíblia. Com muita propriedade o salmista vai cantar: “Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos, uma luz em meu caminho” (Sl 118,105). E realmente é verdade, não tenhamos dúvida alguma. A Palavra de Deus ilumina a nossa caminhada cristã. Ela é a cartinha, o doce, o afetuoso e fraterno bilhete de Deus para nós.

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AGOSTO - MÊS VOCACIONAL Postado em 21 de Agosto de 2010 às 10:48
AGOSTO - MÊS VOCACIONAL

O mês de agosto como vocacional foi indicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em 1981, na sua 19ª Assembléia Geral. O objetivo principal foi o de instituir um tempo, o mês de agosto, voltado prioritariamente para a reflexão e a oração pelas vocações e ministérios.
Desse modo, a Igreja, cumprindo a ordem de Jesus, “a messe é grande, mas os trabalhadores são poucos; pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!” (Mt 9,37-38), deve rezar ao Senhor que envie operários para a sua messe, ou seja, santos operários para o serviço do anúncio do Evangelho.


Assim, no primeiro domingo do mês vocacional celebramos o dia do padre. Haveria necessidade de um dia especialmente para o padre? Ao padre – pai – compete ser sinal da unidade de todo o povo de Deus, contribuindo, pela caridade pastoral, para a edificação e o crescimento da comunidade, de forma que ela seja cada vez mais evangelizadora e missionária.


Já no segundo domingo celebramos a vocação da família, tendo presente o dia dos pais. A família vem sofrendo muita violência e agressão, em seu sentido e em seus valores, passando por um processo de desestruturação. Mas é verdade também que existe um clima favorável à reflexão, à oração, ao afeto, à gratidão para com os pais, uma retomada do lugar fundamental da família. A família é chamada por Deus a ser pai, a ser mãe, a gerar vida, a ser testemunhas do amor, da fraternidade, a ser também celeiro das vocações.


No terceiro domingo do mês vocacional celebramos a vocação religiosa. Quando nos referimos à vida religiosa temos presente os homens e mulheres que vivendo em comunidade, buscam a perfeição pessoal e assumem a missão própria do seu Instituto, Ordem ou Congregação. Na solenidade da Assunção de Maria ao céu, a Igreja lembra que a Mãe de Jesus é modelo para todos os cristãos, e, de forma particular, dos que se consagram a Deus pelos conselhos evangélicos: pobreza, castidade e obediência.

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ARQUIDIOCESE DE MACEIÓ | Igreja Missionária e Samaritana

Pastoral da Comunicação Cúria: (82) 3223-2732 ou 3021-4001 (07h30 às 14h) Gabinete do Arcebispo: (82) 3326-2321 (8h às 12h) PASCOM: (82) 3326-5458 (8h às 14h) Av. Dom Antônio Brandão, 559 – Farol 57051-190 Maceió – AL