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Pe. Valmir Galdino - Espiritualidade

31/05/2012 21h01

Maria: Mãe de Jesus e nossa

'A partir da cruz ficastes mãe de uma maneira nova: Mãe de todos aqueles que querem acreditar no vosso Filho Jesus e segui-Lo' (Spe Salvi, 50).

Eis que estamos num mês bem interessante, é Maio. Para muitos, mês das mães. Para outros, mês das noivas. Para nós, cristãos, mês de Maria, a Mãe de Jesus e nossa. “A partir da cruz ficastes mãe de uma maneira nova: Mãe de todos aqueles que querem acreditar no vosso Filho Jesus e segui-Lo” (Spe Salvi, 50).

Não são poucas as comunidades que se reúnem para a reza do terço: nas ruas, nas casas e nas Igrejas. Não são poucas as pessoas, com o terço nas mãos, a invocar a poderosa intercessão da Mãe de Deus.

Muitas são as Dioceses, Paróquias e Comunidades que cantam os louvores à Virgem Mãe do Salvador. Pois creem que Maria Santíssima, de fato, roga ao seu Filho Jesus por nós. Ela tem o poder, concedido por Deus, de, realmente, apresentar a Jesus as nossas queixas, aflições e necessidades.

Assim nos ensina o Catecismo: “O que a fé católica crê acerca de Maria funda-se no que ela crê acerca de Cristo, mas o que a fé ensina sobre Maria ilumina, por sua vez, sua fé em Cristo” (487). Logo, não é à toa acorrermos a sempre Virgem Maria. Não é sem sentido suplicarmos os seus constantes auxílios e favores. Não é mariolatria, como dizem os insensatos e incultos, rogar a Mãe de Deus que rogue por nós, os seus filhos.

Cremos piamente que Maria não é deusa, não é salvadora, não é redentora. Todavia é Mãe de Deus, Mãe do Salvador, Mãe do Redentor. Cremos que Ela cooperou fidedignamente com o projeto de Salvação do Pai. Cremos que Ela, com o seu sim, iluminou o mundo trazendo-nos a salvação, Jesus Cristo. Ela “obedecendo, se fez causa de salvação tanto para si como para todo gênero humano” (Sto. Irineu).

Por isso, nunca é demais lembrar: católico não adora Maria, a tem por Mãe. “Maria é ao mesmo tempo Virgem e Mãe por ser a figura e a mais perfeita realização da Igreja” (CIgC, 507). Não a tem como o centro da fé. Católico não presta a Maria um culto digno de Deus. Católico simplesmente recorre à Virgem Santíssima porque crê no seu poder de firme intercessão junto a Cristo. Católico venera a toda Santa porque Ela trouxe em seu ventre, em seu útero o Filho do Deus altíssimo, mistério divino.

Com isso, a Igreja nos ensina na Lumem Gentium 60: “O papel maternal de Maria não faz nenhuma sombra, nem diminui em nada esta mediação única de Jesus... Não coloca nenhum obstáculo à união imediata dos fiéis com Cristo, mas até a favorece”. Ou seja, não adianta querer insistir, de fato, Maria é grande diante de Deus e dos homens. “Cuida com amor materno dos irmãos e irmãs de seu Filho, que ainda caminham entre os perigos e as dificuldades desta terra, até que alcancem a felicidade da pátria” (LG 62).

Portanto, somos felizes e agraciados por termos como Mãe a Dulcíssima Virgem Maria. “Santo Maria, Mãe de Deus, Mãe nossa, ensinai-nos a crer, esperar e amar convosco. Indicai-nos o caminho para o seu Reino! Estrela do mar, brilhai sobre nós e guiai-nos no nosso caminho!” (Spe Salvi, 50).

 

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