Arquidiocese de Maceió | Igreja Missionária e Samaritana

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Pe. Valmir Galdino - Espiritualidade

Quaresma: tempo de mortificação Postado em 23 de Março de 2012 às 07:13
Devemos tomar consciência que quaresma é, sem sombra de dúvida, tempo de penitência, mas também de mortificação. É necessário fazer morrer, dentro de nós, as atitudes que nos afastam da comunhão com Deus e com os irmãos.

 

Com a graça de Deus estamos, nós cristãos católicos, vivendo um tempo sublime e santo, o tempo da quaresma. Quarenta dias que nos unem mais a Cristo pela via da oração, da penitência, do jejum e da comunhão fraterna. Vias de mortificação.

 

Na quarta-feira feira de Cinzas, nós, Igreja de Cristo, rezávamos: “oferecendo-vos este sacrifício no começo da quaresma, nós vos suplicamos, ó Deus, a graça de dominar nossos maus desejos pelas obras de penitência e caridade...”. Sim, foi isto que pedíamos, rezando ao Senhor, a graça de dominar as nossas muitas más inclinações, os nossos diversificados vícios. Nessa oração, nos comprometíamos em tentar, em querer fazer um caminho de muitíssimo sacrifício, um caminho de mortificação.

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Um Abençoado e Santo Ano Novo para Você Postado em 31 de Dezembro de 2011 às 10:22
Para acolhermos, sinceramente, o ano novo que virá, não será necessário vestir branco para atrair a sorte, nem tão pouco comer lentilhas, ameixas ou algo parecido.

 

Eis que, com a graça de Deus, vivemos os 356 dias do ano de 2011. Dias marcados por preocupações, tribulações e dificuldades. Dias de corre-corre, de constrangimentos, de aflições, de preocupações, dias de más e muito boas notícias. Dias também de contentamento, de conquistas, de aquisições e vitórias. Simplesmente, vivemos. É isto, vivemos como cristãos, que somos, em 2011.

Desse modo, sabemos que viver não é fácil, é missão árdua, dura e, às vezes, cruel. Mas a grande certeza é que, na dureza da vida, quando temos Deus tudo se transforma, tudo encontra um outro sentido, uma outra razão de ser, ou melhor, de viver.

Somos, todos os dias, agraciados com o grande dom da vida, que Ele nos concede todos os dias. Todos os dias recebemos do autor de todas as coisas a força, a coragem, a esperança e a fé para não pararmos, estacionarmos na vida.

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Sou feliz por ser católico Postado em 18 de Novembro de 2011 às 07:38
a fé católica nos dá a possibilidade de sermos, literalmente, felizes seguindo a sua doutrina e ensinamentos.

Às vezes, vemos em camisas, adesivos de carros e em muitos lugares a expressão: “Sou feliz por ser católico”. Não é, creio piamente eu, uma expressão discriminatória, nem tampouco legalista. Mas reflete uma realidade verdadeira. Pois a fé católica nos dá a possibilidade de sermos, literalmente, felizes seguindo a sua doutrina e ensinamentos.

Celebrando a fé em Jesus, a partir da Igreja e na Igreja eu bebo das “coisas” do céu. Mas é só na Igreja, Igreja Católica, fora da Igreja é impossível receber, de modo completo, as bênçãos do céu. E isto é uma questão de fé.

A Igreja, como mãe e mestra que é, me dá a possibilidade de celebrar os mistérios do nascimento, vida, paixão, morte e ressurreição de Jesus. Passo a passo, na Igreja, eu vou redescobrindo as maravilhas da salvação, eu vou vivendo, celebrando, tornando célebre as manifestações gloriosas de Deus em Cristo Jesus a partir das muitas, e não são poucas, celebrações litúrgicas.

Vejam. Estamos prestes a concluir o calendário litúrgico da Igreja, diferente do calendário civil. Celebraremos, daqui a pouco, o domingo de Cristo Rei do Universo. Aclamaremos, na Igreja, reunidos em santa assembléia, Jesus como Rei, de verdade, de nossas vidas. E entraremos no tempo santo do advento. Tempo bendito que nos prepara para celebrar a encarnação de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

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O sentido cristão da morte Postado em 08 de Novembro de 2011 às 19:30
Vejam que coisa linda. Morrer é encontrar-se com Cristo Jesus, com Aquele que venceu as amarguras da vida, a morte; Aquele que, simplesmente, Ressuscitou. Eis o sentido cristão da morte: encontro com o nosso Salvador.

 

No último dia 02 de novembro, a Igreja celebrou, sempre rezando, a Comemoração de Todos os Fieis Defuntos, popularmente conhecido como dia de “finados”. Para muitos, um dia de profunda tristeza e pesar. Para nós, cristãos, um dia cheio da esperança de Cristo Ressuscitado.

 

Sim. Celebrar o dia de “finados” significa recordar o fim da caminhada de muitos familiares, parentes, amigos e conhecidos nossos. Designa recordar que muita gente como a gente “combateu o bom combate, percorreu a carreira” e partiu deste mundo. Fez a passagem definitiva para a eternidade, para o encontro com o Senhor.

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Bíblia: Palavra de Deus (2) Postado em 23 de Setembro de 2011 às 22:08
Não há erro: ao abrirmos a Palavra de Deus, vamos, com convicta certeza, encontrar Nosso Senhor Jesus Cristo. Cristo é o centro de toda a Escritura.

Todo mês de setembro, mês consagrado à Bíblia, na Igreja, somos conduzimos a pensar mais, a refletir com maior intensidade sobre a importância da Palavra de Deus para nós cristãos. Palavra “viva e efcaz” (Hb 4,12), fortalecedora, revigoradora e cheia de esperança para o coração humano, marcado pelas noites traiçoeiras da vida.

Essa Palavra impressionou um homem chamado Jerônimo, São Jerônimo, homem amigo da Palavra, “é contado entre os maiores doutores da Igreja dos primeiros séculos. De cultura enciclopédica, foi escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e doutor nas Sagradas Escrituras”. Soube, com muita eficácia e espírito cristão, “perder tempo” com o estudo e tradução da Escritura santa. Consagrou a sua vida, vida austera, debruçando-se sobre a Palavra divina.

Por isso, com muita propriedade, podemos afirmar que Jerônimo fez da Palavra de Deus a grande motivação para o seu ministério, para o seu sacerdócio. Pois, por meio d'Ela encontrou Aquele que dá sentido às nossas vidas, Cristo Jesus. Daí deixar escrito: “Cristo é o poder de Deus e a sabedoria de Deus, e quem ignora as Escrituras ignora o poder e a sabedoria de Deus; portanto ignorar as Escrituras Sagradas é ignorar a Cristo”.

A partir da expressão do Santo das Escrituras, São Jerônimo, somente quem é capaz de fazer uma experiência profunda com a Escritura Sagrada, é, por consequência, capaz de ver Cristo, de perceber Cristo, de encontrar-se com Cristo. Pois a Sagrada Escritura, contida na Bíblia, o tempo todo e de diversas maneiras nos apontam para Cristo. Não há erro: ao abrirmos a Palavra de Deus, vamos, com convicta certeza, encontrar Nosso Senhor Jesus Cristo. Cristo é o centro de toda a Escritura.

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Bíblia: Palavra de Deus (1) Postado em 09 de Setembro de 2011 às 07:41
Olhando a Palavra eu devo traçar metas, refletir, fazer do caminho de nosso Senhor, por meio da Palavra, o meu caminho.

 

A Igreja, como mãe e mestra que é, nos oferece um tempo propício, tempo agraciado para olharmos, com um olhar todo especial e sensível, os Livros Sagrados, a Bíblia.

Naqueles 73 livros contidos na Bíblia está a Santa Palavra de Deus, os desígnios d'Ele, pensamentos e orientações para o nosso reto agir e bem viver. Esse viver não poderá ser do meu jeito, segundo as minhas concepções nem os meus achismos. Olhando a Palavra eu devo traçar metas, refletir, fazer do caminho de nosso Senhor, por meio da Palavra, o meu caminho.

Assim, vamos compreender a afirmação do salmista: “Tua Palavra é lâmpada para os meus pés e luz para o meu caminho” (119,105). Isto significa dizer que ao abrir a Bíblia, ao rezar e meditar as palavras santas lá contidas, Deus me dá a possibilidade de perceber um mundo melhor, pessoas melhores e realidades bem melhores.

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Igreja: celeiro de muitas vocações Postado em 12 de Agosto de 2011 às 20:27
Somos chamados a seguir e servir a Deus de modo diferente, com estilo de vida diferente, com jeito diferente, mas somos chamados a segui-Lo.

 

Ao celebrarmos, na Igreja, o mês de agosto, recordamos as vocações. Isto é, as muitas vocações que brotam na Igreja, Igreja esta pensada, querida e fundada por Cristo, Aquele que nos chama. “A vocação não é o resultado de qualquer projeto humano ou de uma hábil estratégia organizativa. ...É um dom de Deus, uma iniciativa misteriosa e inefável do Senhor, que entra na vida de uma pessoa cativando-a com a beleza do seu amor e suscitando, consequentemente, uma entrega total e definitiva a esse amor divino”, enfatiza Bento XVI.

“Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi” (Jo 15,16). Daí parte todo o sentido da vocação. Pois é Deus que nos chama: primeiro nos chama à vida, a sermos seus filhos pelo batismo, a sermos cristãos, a sermos Igreja, corpo místico de Cristo. Tudo isto é o que a teologia costuma chamar de vocação fundamental.

Depois, somos chamados a viver como sacerdotes, religiosos ou leigos. Somos chamados a seguir e servir a Deus de modo diferente, com estilo de vida diferente, com jeito diferente, mas somos chamados a segui-Lo. Realidade esta denominada pela mesma teologia da Igreja de vocação específica.

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Padre: um dom para a Igreja e a vida do mundo Postado em 29 de Julho de 2011 às 06:41
Sem Eucaristia, sem Missa, perde-se o sentido de ser padre, ministro por excelência. O padre é, sobretudo, padre para o altar, padre para oferecer o santo sacrifício.

 

Toda a história de um padre começa, semelhante a de Jeremias, ainda jovem, com um chamado. Pois Deus chama, com muita insistência, homens para segui-Lo e servi-Lo no serviço do anúncio do Evangelho.

Ser padre é ser seguidor de Cristo. Ser padre é ser outro Cristo aqui na terra. Ser padre é procurar corresponder, todos os dias, ao chamado de Cristo em meio às turbulências terrestres. Ser padre é procurar transparecer Cristo no meio do mundo. Por isso, na prece de ordenação diaconal o Bispo reza de mãos estendidas: “brilhem em sua conduta os vossos mandamentos, para que o exemplo de sua vida desperte a imitação do vosso povo e, guiando-se por uma consciência reta, permaneça firme e estável no Cristo”.

O padre é aquele que anuncia o Evangelho de Jesus para que o mundo se converta, para que as pessoas se amem e se queiram bem, vivam como verdadeiros irmãos, filhos de Deus. Anunciar a Boa Notícia de Salvação faz parte da missão daquele que foi chamado. Sem o anúncio do Evangelho não há felicidade neste pobre mundo. E o padre tem esta sublime missão de, por meio do anúncio do Evangelho, tornar Cristo conhecido e amado, dar, de fato, sentido à vida do mundo. Daí, também na ordenação diaconal, receber o livro dos Evangelhos com a seguinte oração: “recebe o Evangelho de Cristo, do qual foste constituído mensageiro; tansforma em fé viva o que leres, ensina aquilo que creres e procura realizar o que ensinares”.

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Coração Santo Postado em 29 de Junho de 2011 às 13:56
"o Sagrado Coração de Jesus é para nós não somente um órgão do corpo divino e humano de Jesus, mas um lugar, um espaço, um ambiente de insondáveis sentimentos de graças e bênçãos (para nós)"

 

Eis que se aproxima a solenidade do Sagrado Coração de Jesus e com ela a oportunidade de recordarmos, juntos, como Igreja, as maravilhas de um coração que tanto amou o mundo. Este amar o mundo se dá, concretamente, na cruz. Ou seja, o Pai nos amou tanto, que foi capaz de dar seu Filho Único para que n'Ele tivéssemos vida. Que incrível e insondável prova de amor.

“Vinde a mim, todos vós, que estais cansados e oprimidos, que Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11, 28-30). Esta expressão de Jesus reflete a grandeza de seu Coração. Indica o seu muito amor por nós. Sinaliza que o Pai, em Jesus, somente sabe ser uma coisa: amor.

Por isso, o Sagrado Coração de Jesus é para nós não somente um órgão do corpo divino e humano de Jesus, mas um lugar, um espaço, um ambiente de insondáveis sentimentos de graças e bênçãos (para nós). De lá, do Coração grandioso de Jesus, jorram torrentes: “Quem crê em mim, do seu interior fluirão rios de água viva.” (Jo 7,38). Sim, Jesus oferece-nos bens, não materiais, mas celestiais que nos fazem crescer n'Ele, com Ele e para Ele.

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Jesus, o Bom Pastor por excelência (2) Postado em 03 de Junho de 2011 às 01:18
O verdadeiro pastor supre a ovelha de todas as necessidades. Nós, pobres seres humanos, ovelhas, carentes de Deus, de atenção, de cuidados somos por Ele revigorados, alimentados e nutridos.

 

Ao celebrarmos Jesus, o Bom Pastor, recordamos a face de Deus que se faz ternura, que cuida de nós, que jamais, e jamais significa jamais, nos deixa a mercê de lobos destruidores, devoradores e ávidos

Jesus é o nosso Bom Pastor, porque, de fato, tem essa missão de cuidar de nós, de nos amparar. A toda hora, a todo instante, nem percebemos e nem nos damos conta, que o auxílio divino, Deus mesmo, em Jesus, nos protege e nos livra dos muitos males que marcam o nosso cotidiano.

Graças a Deus que temos um Pastor. Em Jesus, Deus mesmo nos apascenta. Guia os nossos trôpegos passos. Endireita as nossas estradas, apruma as nossas posturas e atitudes. Esse mesmo Pastor, Divino Pastor, nos tange, a nós que somos ovelhas, para lugares seguros e confortáveis, livrando-nos das constantes ameaças.

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Jesus, o Bom Pastor por excelência (1) Postado em 03 de Junho de 2011 às 01:15
Vale lembrar que no tempo de Jesus, os pastores de rebanhos tinham a missão de conduzir as ovelhas por lugares e para pastagens seguras, livres dos lobos e ladrões.

 

No evangelho de São João, de um jeito bem particular, Jesus se apresenta a nós de um modo muito belo, singelo e carinhoso, como o Bom Pastor. Aquele que é capaz de acolher, proteger e amar. Aquele que é capaz de salvar dando a vida. Simplesmente, e isto é muito, Jesus é o Bom Pastor.

Vale lembrar que no tempo de Jesus, os pastores de rebanhos tinham a missão de conduzir as ovelhas por lugares e para pastagens seguras, livres dos lobos e ladrões. E não somente isto: deveriam permanentemente permanecer com elas para protegê-las, livrando-as do mal, de todo mal. Guardando-as das ameaças, das mais variadas e surpreendentes ameaças.

Eu sou o bom Pastor (Jo 10,11a). Essa expressão tem em si mesma um valor grandioso. Pois quando Jesus afirma que é o Bom Pastor, Ele está dizendo que é cheio de qualidades, só de qualidades. Que N'ele só existe bondade, mansidão, amor. Jesus é Pastor de verdade, pois vai ao encontro da ovelha perdida e desgarrada, machucada e ofendida.

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É sempre Páscoa Postado em 03 de Junho de 2011 às 01:11
A úncia certeza que anima, que deve animar a nossa vida é esta: Cristo Ressuscitou.

 

A Igreja vive, celebra um tempo rico, bendito e cheio de significado: a páscoa. Cristo, Aquele que verteu, por nós, somente por nós, seu sangue na cruz, pesada cruz, Ressuscitou. “Deus ressuscitou Jesus dos mortos e, durante muitos dias, ele foi visto por aqueles que o acompanharam desde a Galiléia até Jerusalém” (At 13,30).

A úncia certeza que anima, que deve animar a nossa vida é esta: Cristo Ressuscitou. Venceu, literalmente, a morte, venceu todos os meus medos, as minhas constantes e persistentes preocupações. Levou sobre si as minhas dores e enfermidades, as minhas angústias, os meus sentimentos de fragilidade, mesquinharia, estreiteza e pequenêz.

Por isso, a noite santa da Vigília Pascal é para nós um discurtinar da vida. A vida, Cristo Jesus, venceu, de verdade, as sombras da morte e da iniquidade. A vida, Cristo, superou todos os limites: “Cristo, depois de ter oferecido um sacrifício único pelo pecados, sentou-se para sempre à direita de Deus. Não lhes resta mais senão esperar até que seus inimigos sejam postos debaixo de seus pés. De fato, com esta única oferenda, levou à perfeição definitiva os que ele santifica” (Hb 10,12-14).

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É Tempo de Ressurreição Postado em 23 de Abril de 2011 às 23:58
É Páscoa! É Ressurreição! Cristo, Filho de Deus Pai, ressurgiu da morte. Nossa fé tem sentido, significado, valor e vigor. É alicerçada n'Aquele que venceu a morte, a treva, o pecado.

 

Nestes dias, longos quarenta dias, fomos com a Igreja percorrendo um caminho sagrado, uma verdadeira via-sacra, caminho este marcado pela conversão, jejum, penitência e esmola. Caminho este de incisiva escuta da Palavra de Deus, de muitas profecias, de santificação.

Agora, com voz forte, fortíssima, podemos gritar: É Páscoa! É Ressurreição! Cristo, Filho de Deus Pai, ressurgiu da morte. Nossa fé tem sentido, significado, valor e vigor. É alicerçada n'Aquele que venceu a morte, a treva, o pecado.

Nossa fé é em Jesus Cristo, o Ressuscitado. “Prestai atenção, caríssimos: o mistério pascal é ao mesmo tempo novo e antigo, eterno e transitório, corruptível e incorruptível, mortal e imortal. É mistério antigo segundo a Lei, novo segundo a Palavra que se fez carne; transitório pela figura, eterno pela graça; corruptível pela imolação do cordeiro, incorruptível pela vida do Senhor; mortal pela sua sepultura na terra, imortal pela sua ressurreição dentre os mortos” (Melitão, séc. III).

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De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo Postado em 23 de Abril de 2011 às 08:43
... o Rei está dormindo; a terra estremeceu e ficou silenciosa, porque o Deus feito homem adormeceu e acordou os que dormiam há séculos.

 

De uma antiga Homilia no grande Sábado Santo

(PG43,439.451.462-463 - Séc.IV)

A descida do Senhor à mansão dos mortos

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Quaresma: tempo de oração Postado em 07 de Abril de 2011 às 00:32
Rezar ou orar é aproximar-se do Senhor. Por isso, rezar é também sinal de abandono.

 

Neste dias, quarenta dias, em espírito de fé, sob a guia da Santa Mãe Igreja, estamos celebrando a quaresma. Quarenta dias de graça, pois somos convidados à conversão (Mc 1,15), a fazer jejum (Mt 4,2; 6,16-18) e a praticar com mais intensidade a esmola (Mt 6,1-4).

A Igreja, de Cristo, nos incentiva a realizar pequenos exercícios para o nosso crescimento espiritual. Dentre eles, apegar-se mais à leitura da Sagrada Escritura; dominar as paixões e os vícios; controlar os impulsos, os maus impulsos; a fazer penitência e singulares sacrifícios.

Todavia, neste período santo, devemos tomar consciência que devemos rezar. Rezar é aproximar-se de Deus. Rezar é elevar-se até o Senhor de nossa vida e história. Rezar é estabelecer comunhão, comunicação com Aquele que se derramou de amor por nós.

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Quaresma: tempo de celebrar a Via- Sacra Postado em 25 de Março de 2011 às 07:17
Na Via-sacra recordamos, isto é, celebramos o caminho que Jesus percorreu até o monte calvário. Percurso, para alguns, maldito e infame, porém, para nós cristãos, permeado pelo amor de Deus por nós.

 

Graças a Deus é tempo de quaresma. Tempo forte, tempo santo, tempo de graça. Pois nos convida à conversão, à insistente mudança de vida.

A quaresma nos faz perceber a necessidade mais intensa que temos de rezar, de jejuar, de exercitar a prática da esmola. Faz-nos entender que é necessário fazer penitência, mortificando assim o nosso corpo, subjulgado a muitas e tantas paixões desordenadas infundidadas em nós pelo pecado, triste pecado que bagunça e desorganiza a nossa tímida, tímida vida.

Na quaresma o grande apelo que nos é feito é de tentar seguir os passos de Jesus. Olhar as suas dores, contemplar seu sofrimento, perceber as suas chagas, notar as tamanhas humilhações, observar o imenso amor de Deus por nós que se concretizou com a paixão de Jesus, Filho de Deus. Somos, na quaresma, por meio da celebração da Via-Sacra, caminho santo, caminho sagrado, convocados a caminhar com Jesus pelo doloroso e cruento caminho da cruz.

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Quaresma: tempo de penitência Postado em 11 de Março de 2011 às 07:27
Fazer penitência significa moldar a vida por meio das palavras de Jesus, de seus gestos e iniciativas. Fazer penitência indica um esforço incrível para corrigir-se dos muitos e mais variados erros, dos mais diversos pecados que travam nossa vida.

 


 

Vivemos um tempo forte, um tempo de graça chamado quaresma. Neste tempo bendito somos, mas somos mesmo, chamados a viver a conversão. Cristo, por intermédio de sua Igreja, nos convida gentilmente à mudança de atitude, de comportamento e de mentalidade.

Devemos, por amor a Cristo e ao seu Reino, fazer a experiência da conversão em nossa vida. Para isto,o próprio Jesus nos dá meios, os chamados exercícios espirituais para a quaresma: a oração, vital em nossa vida; o jejum, oferece-nos a mortificação do corpo; e, por fim, a esmola, nos conduz ao desprendimento e à generosidade.

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Quaresma: beleza sempre antiga e sempre nova. Postado em 11 de Março de 2011 às 07:24
A quaresma é sempre novidade

 

Entramos, pela graça do bom Deus, no tempo santo da Quaresma. Tempo bendito, feliz, pois nos conduz à conversão, à mudança. Nos faz perceber que é preciso reavaliar a vida cristã, endireitar as veredas, mudar os caminhos.

A quaresma deve, deve mesmo nos orientar no santo caminho de Jesus. Ela, a quaresma, é tempo que Deus insistentemente nos envolve em misericórdia, em compaixão. Quem na vida não fez a experiência de misericórdia e compaixão não vivenciou os frutos da quaresma.

Assim, não devemos ver a quaresma como mais uma de nossas vidas. A quaresma é sempre novidade, “beleza sempre atinga e sempre nova”. É dom de Deus que nos envolve, que nos chama a atenção para ver Deus no outro, no rosto do irmão.

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Um mundo não sonhado por Deus Postado em 25 de Fevereiro de 2011 às 16:39
Todavia, nem tudo está perdido porque Deus, somente Ele, não desistiu de nós.

 

Nestes dias estamos atônitos com incontáveis conflitos mundo a fora. As guerras, que não são poucas, explodem. Populações inteiras pedem a saída de seus governantes, para não dizer ditadores. No Brasil, pobre Brasil, a violência sorrateiramente vai matando, mata jovens por causa da infame droga, mata inocentes e indefesas crianças, mata adultos e idosos nas ditas saidinhas de banco.

Em Alagoas, por sua vez, não é diferente. A morte violenta encontrou aqui abrigo, instalou-se aqui. Somos, que vergonha, por habitantes, líder em número de assassinatos. Mata-se nas terras dos marechais com uma facilidade incrível, ou melhor, com uma impunidade tremenda e escancarada.

Olhando para a Sagrada Escritura, palavra de Deus nas palavras humanas, cheia, repleta do Espírito Santo, vemos que não foi essa realidade de morte que Deus pensou para a humanidade. Foi pensada para ela, a humanidade, um projeto de vida, de vida feliz, de felicidade completa, uma realidade onde não havia espaço para o mal.

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Um mundo em conflito Postado em 11 de Fevereiro de 2011 às 08:08
vivemos mergulhados no cáos da pós-modernidade. Estamos sofrendo suavimente os temores do progresso.

 

Todos os dias aos abrirmos os jornais, ao lermos tantas notícias, ao assistirmos os telejornais nos deparamos com muitas, inúmeras situações de guerra e de terror. Pois altíssimos são os índices de criminalidade, diversos são os conflitos mundo a fora, inclusive no Egito.A fome e a miséria assolam povos. As muitas formas de terrorismo avançam.

O número de viciados, principalmente a nossa indefesa juventude, aumenta de forma assustadora, são inchentes que maltam mais de mil pessoas, furacões e tempestades que aniquilam regiões. Nos aeroportos, multidões sofrem os constantes atrasos de voos, uma história sem fim. No Brasil as incertezas são muitas: a crise do salário mínimo preocupa literalmente os trabalhadores, os apagões deixam populações inteiras às escuras e com medo. Sem contar o trânsito nos grandes centros, que já se tornou caso de polícia, pra não dizer de muita multa. Por outro lado, os serviços públicos deixam famílias inteiras desassistidas

Em síntese, vivemos mergulhados no cáos da pós-modernidade. Estamos sofrendo suavimente os temores do progresso. Talvez maldito e sorrateiro progresso que nos tira a tranquilidade, que nos faz reféns de tantos medos. Que nos causam tantas e inigualáveis frustrações.

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ARQUIDIOCESE DE MACEIÓ | Igreja Missionária e Samaritana

Pastoral da Comunicação Cúria: (82) 3223-2732 ou 3021-4001 (07h30 às 14h) Gabinete do Arcebispo: (82) 3326-2321 (8h às 12h) PASCOM: (82) 3326-5458 (8h às 14h) Av. Dom Antônio Brandão, 559 – Farol 57051-190 Maceió – AL